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Ilegalização da IURD em Portugal
Para: Ao Parlamento da Républica Portuguesa
Edir Macedo (IURD) tem uma fortuna calculada em 1000 milhões de euros. Esta pequena fortuna foi ganha com a atividade religiosa? Terá sido! Servirá para fazer o bem às pessoas? Em parte, uma ínfima parte. A cobro da dita seita ter conseguido o estatuto de religião (aceite pelo estado português, mas não pela ordem dos evangélicos em Portugal), a mesma não paga impostos (IVA também não?), não paga IMI (Imposto sobre imóveis).
Este "charlatão", já várias vezes acusado, tendo sido mesmo preso no seu país, pode enganar quem quiser, pois os fracos, os necessitados, os oportunistas e até mesmo os gananciosos são facilmente susceptíveis de caírem na esparrela, pois a busca pela paz, pelo amor, felicidade e até a ganância pelo dinheiro, leva-as a deixarem-se aliciar. No entanto, trata-se naturalmente de um burla!
Burla as pessoas com um suposto conforto que terão em despojarem-se dos seus bens materiais, na promessa de virem a ganhar muito mais no futuro.
Burla porque o fim a que se destina não é o da oração e da fé, mas sim o de ludibriar os fieis.
Haverá outros males neste mundo, outras igrejas ou outros falsos profetas (videntes, etc.) que também terão "telhados de vidro", mas a IURD é comprovadamente uma máquina de fazer dinheiro que acaba por hipnotizar os seus fieis para proveito próprio e, tendo em conta que a suposta "igreja" não prossegue o fim para o qual foi criada, e pelo qual recebeu o estatuto de "igreja" em Portugal, pois, manifestamente, prossegue mais vincadamente a acumulação de riqueza alheia do que propriamente o interesse relativamente ao bem estar e à relação com deus dos seus fieis, proponho que, pelo exposto, a IURD, seja ilegalizada em Portugal.