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Comentários e argumentos dos assinantes da Petição: Petição para o livre direito à opinião médica sobre as vacinas , para Ex.mº Senhor Presidente da Assembleia da República Eduardo Ferro Rodrigues; Ex.mº Senhor Primeiro Ministro de Portugal António Luís Santos da Costa; Ex.mº Senhor Ministro da Saúde Adalberto Campos Fernandes, Ex.mos. deputados da Assembleia da República

NomeComentário
Isabel S.Pelo livre direito à opinião médica e a livre decisão de todos os cidadãos sobre as vacinas como sobre qualquer outro acto médico.
Ricardo D.E desta forma que se faça justiça democráticamente!
José A.não é o livre direito à opinião que reivindicamos mas sim o direito à livre opinião
Élia C." Denying Informed Consent Violates the Nuremberg Code, Forced Vaccination is a Crime Against Humanity "
Dani A.Acho que um médico tem todo o direito e dever de informar o utente
Carla R.não somos gado e temos liberdade de escolha e a informação
Sónia S.Cada um deve escolher com consciência e responsabilidade.
Vanda R.Somos seres humanos livres. E saudáveis.
Carlos C.Mas aonde acaba a "Big Pharma" e começa a Organização Mundial de Saúde (OMS)? Quanto às vacinas e as tramóias daqueles que nos querem "tratar do sebo", entre uns tantos documentários que desmitificam esta questão-mor, sugiro este: "Vaxxed - From Cover-Up to Catastrophe". Ouçam tudo e depois concluam. Força!, Dr. José Félix e não se intimide.
Pedro .Todos os seres humanos têm direito a expressar a sua opinião sobre qualquer assunto sem temerem ser perseguidos por delito de opinião. Sensura não é admissível numa sociedade evoluída.
Artur M.Sou pelo direito à opinião, ao direito à informação que decorre da experiência sobre vacinas de pais e médicos e enfermeiros, e sou também pelo direito à informação aprofundada sobre resultados de estudos independentes sobre efeitos das vacinas. Quem matou a jovem com sarampo? Foi uma bebé de 2 anos que inventou o vírus? foram os pais que levaram a jovem a um ambiente perigoso que é o hospital de Cascais? Foi a administração do hospital que não tem espaços protegidos e promove a propagação de vírus? Foram médicos e enfermeiras vacinados com vacinas "muito eficazes" e que não lavaram as mãos e tossiram para cima da jovem matando-a por negligência ou indiferença? Foi o tratamento "muito eficaz" e "científico" que lhe foi proporcionado por serviços médicos e de enfermagem de dois hospitais de referência portugueses? Foi a incompetência e verborreia de um director nacional de saúde que há muitos anos ganhou raízes no lugar? A rotação de lugares dirigentes nos serviços de saúde teria evitado a morte da jovem? A arrogância e mania da superioridade social de alguns médicos são responsáveis por muitas mortes em Portugal? Falta criar disciplinas de humildade nos cursos enfermagem e medicin
António R.Infelizmente as "ORDENS" (não só a dos médicos) por vezes parecem estar às ordens de Lobbys poderosíssimos.
António L.Usufruindo da liberdade de opção e expressão do pensamento.
Susana C.A censura não é aceitável, a ordem dos médicos com estas atitudes só nos faz perceber que a saúde é um número e não uma preocupação, vergonhoso calar casos contraditórios aos que dão lucro aos lobies!
Daniela .Este assunto tem de ser discutido sem insultos ou ameaças. Da mesma forma que se discute e analisa um medicamento sobre os seus possíveis efeitos secundários e real eficácia, o mesmo deve ser feito aqui. Os profissionais de saúde que houve relatos dos doentes sobre os efeitos da vacinação (em especial nos seus filhos), não dão a cara por medo de represálias - quer profissionais, quer pessoais. Este não pode ser um assunto tabu.
maria b.sem comentario
Maria J.Pelo direito à liberdade de expressão e de actuação...
Vanda R.Somos seres humanos livres.
José V.Isto é uma vergonha as empresas farmacêuticas alemãs que colaboraram activamente com o regime nazi no extermínio de seres humanos não sossegam na sua ganância por lucros!
Ana H.Vacinas só devem ser admitidas depois dos dois anos de idade e devem ser TODAS analisadas por um especialista portugueses na área, num organismo competente, com cientistas sem alguma ligação às industrias farmacêuticas. O futuro das crianças depende da seriedade que este assunto for tratado.

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